(Evento realizado na Terra Indígena Mãe Maria, em Bom Jesus do Tocantins, promove intercâmbio cultural, jogos tradicionais e fortalecimento das identidades indígenas)
(Fotos: Divulgação/ Ag. Pará)
A abertura do 12º Festival Safra da Castanha
Nova reuniu, no último domingo (17), cerca de 950 atletas indígenas na Aldeia
Kupēkatê Kyikatejê, localizada na Terra Indígena Mãe Maria, em Bom Jesus do
Tocantins, no sudeste do Pará. Com apoio da Secretaria de Estado dos Povos
Indígenas (Sepi), o encontro segue até o dia 23 de maio e marca o início da
colheita da castanha-do-pará, além de fortalecer o intercâmbio cultural entre
diferentes etnias.
A programação de abertura contou com a
entrada das delegações indígenas, apresentações de cânticos, danças
tradicionais e pinturas corporais, além de pronunciamentos de lideranças
indígenas, autoridades e representantes institucionais. O momento também foi
marcado por homenagens a parentes falecidos, com um minuto de silêncio.
A secretária interina da Sepi, Roseli
Cavalcante, destacou o papel do festival na valorização das culturas indígenas
e no fortalecimento das políticas públicas voltadas aos povos originários.
A abertura do 12º Festival Safra da Castanha
Nova reuniu, no último domingo (17), cerca de 950 atletas indígenas na Aldeia
Kupēkatê Kyikatejê, localizada na Terra Indígena Mãe Maria, em Bom Jesus do
Tocantins, no sudeste do Pará. Com apoio da Secretaria de Estado dos
Povos Indígenas (Sepi), o encontro segue até o dia 23 de maio e marca o início
da colheita da castanha-do-pará, além de fortalecer o intercâmbio cultural
entre diferentes etnias.
A programação de abertura contou com a entrada das delegações indígenas, apresentações de cânticos, danças tradicionais e pinturas corporais, além de pronunciamentos de lideranças indígenas, autoridades e representantes institucionais. O momento também foi marcado por homenagens a parentes falecidos, com um minuto de silêncio.
A secretária interina da Sepi, Roseli
Cavalcante, destacou o papel do festival na valorização das culturas indígenas
e no fortalecimento das políticas públicas voltadas aos povos originários.
“A safra da castanha celebra não apenas a
colheita, mas também a resistência do povo. Este território já foi um dos
maiores produtores de castanha e sofreu impactos de grandes empreendimentos.
Hoje, o festival representa uma colheita de boas relações, de intercâmbio entre
os povos e de fortalecimento da identidade cultural”, afirmou.
Com informações de Eva Pires (SEPI) e Ag.
Pará
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