segunda-feira, 28 de setembro de 2026

BANACH, SUL DO PARÁ CELEBRA 33 ANOS

Banach prepara programação de aniversário de 33 anos de emancipação politica do município. O  evento alusivo ao aniversario será realizado entre os dias 9 e 11 de outubro de 2026.

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ELEIÇÕES 2026: PARÁ TERÁ ‘LEI SECA’ NO DIA DA VOTAÇÃO; VEJA AS REGRAS

Portaria da Polícia Civil foi publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (28) e também restringe festas, shows e eventos durante o período de votação.

Pará terá Lei Seca durante as eleições de 2026. Uma portaria da Polícia Civil do Estado do Pará, publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (28), proibiu a venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais e por vendedores ambulantes durante o período de votação.
A medida está prevista na Portaria nº 084/2026 – GAB/DG/PC/DIVERSOS, assinada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly Maués Junior.

Venda de bebidas será proibida até as 18h

De acordo com a portaria, a comercialização, distribuição e fornecimento de bebidas alcoólicas ficarão proibidos da meia-noite até as 18h dos respectivos domingos de votação.
A regra alcança bares, restaurantes, lanchonetes, trailers, quiosques, lojas de conveniência, boates, distribuidoras e estabelecimentos similares, além de vendedores ambulantes.

A proibição também inclui o fornecimento gratuito de bebidas alcoólicas. Ou seja, não será permitida a distribuição da bebida mesmo sem cobrança ao consumidor.
A medida acompanha o horário unificado de votação, que ocorrerá das 8h às 17h.

Festas e shows também terão restrições

A portaria não trata apenas da comercialização de bebidas. O documento também determina a proibição, entre 0h e 18h, de festas dançantes, eventos sonoros, shows, bailes e apresentações públicas ou privadas.

A determinação vale para clubes, casas de eventos, dancings, boates, bares e outros locais semelhantes.
Com isso, estabelecimentos e organizadores deverão observar as restrições durante a madrugada e a manhã do domingo eleitoral, até o encerramento do período determinado pela Polícia Civil.

Qual é a justificativa para a Lei Seca?

Segundo a Polícia Civil, a medida tem caráter excepcional e temporário e foi adotada com o objetivo de preservar a ordem pública durante o processo eleitoral.

Na portaria, a instituição argumenta que o consumo de bebidas alcoólicas pode comprometer a sobriedade e o autocontrole e contribuir para situações de conflito, especialmente diante da mobilização de grupos de apoiadores durante a disputa eleitoral.
O documento também cita a necessidade de evitar aglomerações e possíveis conflitos nas proximidades dos locais de votação, além de garantir a segurança de eleitores, mesários, servidores da Justiça Eleitoral e fiscais partidários.

Como será a fiscalização?

A fiscalização do cumprimento das regras ficará a cargo dos órgãos policiais e de fiscalização que integram o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Pará.

A portaria determina que equipes atuem para autuar estabelecimentos e pessoas flagradas descumprindo as determinações.
O texto prevê ainda a possibilidade de interdição imediata do estabelecimento e apreensão de mercadorias consideradas irregulares, além da apuração de eventual crime de desobediência, conforme a legislação aplicável.

Medida vale para todo o Pará

A Lei Seca estabelecida pela portaria tem abrangência estadual. Portanto, as restrições previstas no documento valem em todo o território do Pará.

A Polícia Civil também determinou que suas diretorias e unidades especializadas adotem planos operacionais para o cumprimento das regras.
Além disso, a portaria prevê atuação conjunta com a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

O que acontece se houver segundo turno?

A mesma restrição já foi prevista para um eventual segundo turno.

Caso a eleição para determinado cargo no Pará necessite de nova votação, a proibição será aplicada novamente no dia 25 de outubro de 2026, também entre 0h e 18h.
A portaria ainda estabelece que suas disposições poderão ser adequadas caso a Justiça Eleitoral publique posteriormente alguma determinação específica ou orientação complementar sobre o assunto.

A restrição valerá no domingo, 4 de outubro, data marcada para o primeiro turno das eleições. Caso seja necessário um segundo turno, a mesma regra será aplicada no domingo, 25 de outubro.

Com informações do portal Moju News

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JUSTIÇA FEDERAL VAI A TERRA INDÍGENA NO PARÁ, ACOLHE PEDIDOS DO MPF E DETERMINA PLANO DE SEGURANÇA E POLÍTICAS PÚBLICAS NO TERRITÓRIO

Decisão histórica ocorreu dentro de aldeia após inspeção judicial na terra indígena

(Foto: Comunicação MPF)

A Justiça Federal atendeu integralmente aos pedidos apresentados no território pelo Ministério Público Federal (MPF) em uma ação civil pública voltada à proteção da Terra Indígena Alto Rio Guamá (Tiarg), no nordeste do Pará. A decisão foi anunciada na tarde do último dia 16 na aldeia Cajueiro, dentro da própria terra indígena, após dois dias de inspeção judicial.

O rito adotado na condução do processo teve caráter inovador. A juíza federal Priscila Goulart Garrastazu Xavier transferiu a sede dos trabalhos para o interior da terra indígena. A magistrada proferiu a decisão liminar (ordem urgente) em linguagem simples e acessível. Em seguida, o indígena Ronaldo Tembé traduziu as determinações para a língua do seu povo (tenetehara), permitindo o entendimento imediato de todos os indígenas presentes.

A ordem judicial estabelece prazos para a União, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Estado do Pará e três municípios da região. As medidas incluem a instalação de bases de segurança permanentes, o combate ao narcotráfico, a reabertura de uma estrada interna e a oferta de políticas públicas essenciais, como acesso à água, saúde e educação, para as aldeias recém-criadas nas áreas do território antigamente invadidas por não indígenas que foram retirados em 2023.

Constatação em campo

A decisão foi precedida por uma diligência de cerca de 450 quilômetros por estradas de terra nos dias 14 e 15 de setembro. A comitiva judicial foi acompanhada por lideranças Tembé, por brigadistas indígenas, pelo procurador da República Felipe Moura Palha e por representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), da Defensoria Pública da União (DPU), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e de órgãos públicos federais e estaduais de segurança.

O objetivo da inspeção foi avaliar a situação do território após a desintrusão (retirada de não indígenas) concluída em 2023 na Tiarg. Em campo, a equipe verificou que a desocupação não encerrou as pressões sobre a terra indígena.

Entre os principais pontos documentados no relatório judicial sobre a inspeção, destacam-se:

  1. ·  Insegurança nas entradas: na ponte sobre o Rio Tawari, no Ramal do Livramento, a placa de sinalização da Funai apresentava marcas de disparos de arma de fogo. Ao lado, havia uma trilha clandestina aberta por invasores.
  2. ·      Narcotráfico: nas proximidades da Vila São Francisco e da antiga localidade de Água Preta, lideranças relataram o trânsito rotineiro de criminosos e o uso da Tiarg como rota de fuga. A Polícia Federal havia erradicado recentemente cerca de 60 mil pés de maconha plantados no interior da área indígena.
  3. ·        Falta de proteção estatal: com o término da vigência da portaria do Ministério da Justiça que autorizava o emprego da Força Nacional, servidores da Funai permaneciam no território sem apoio policial contínuo, enfrentando dificuldades para realizar rondas externas.
  4. ·   Falta de infraestrutura básica: para evitar novas ocupações ilegais, famílias indígenas fundaram novas aldeias nas áreas desocupadas. Contudo, essas comunidades enfrentam precariedade severa: não há transporte regular, as crianças estão sem aulas e os moradores relataram dificuldades até mesmo para obter água potável.

Da vigilância às políticas públicas

A ação civil pública do MPF pedia, no início, apenas a construção definitiva de duas bases operacionais de fiscalização: uma na localidade de Tukumà’tyw e outra em Waxa’i,Tyw.

Porém, a constatação da realidade durante as vistorias em campo levou o MPF a ampliar os pedidos logo após a inspeção. O órgão avaliou que bases policiais isoladas não seriam suficientes se os indígenas que ocupam as divisas do território continuassem desassistidos pelo poder público.

Com isso, o MPF pediu à Justiça a inclusão do Estado do Pará e dos municípios de Paragominas, Nova Esperança do Piriá e Santa Luzia do Pará no polo passivo da ação. Além da segurança, a petição passou a cobrar a garantia de condições mínimas de subsistência e permanência para seis comunidades estratégicas: Tukumà’tyw, Ma e Iwatyw, São Francisco, Waxa’i,Tyw, Macaco e Mutuca.

O procurador da República Felipe Moura Palha destacou que se trata de um caso de litigância climática, sustentando que a proteção do clima, no caso concreto, não se realiza por medidas abstratas de gestão ambiental, mas pela garantia da presença indígena no território. “Comunidade, igarapé e mata subsistem em confluência. São as comunidades que dão condição de existência aos igarapés e às matas e, por outro lado, são os igarapés e as matas que asseguram a preservação física, social, cultural e econômica das comunidades”, ressaltou.

O representante do MPF relembrou o histórico de sucessivas invasões sofridas pela terra indígena até que se chegasse à desintrusão, e afirmou que a única política pública efetivamente executada, capaz de conter o desmatamento e responder à crise climática é a demarcação dos territórios tradicionais com a garantia concreta de que as comunidades neles permaneçam. “Os 200 mil hectares de floresta da Terra Indígena Alto Rio Guamá só existem porque existem as pessoas que são corpo-território. Sem a compreensão de que uma coisa conflui com a outra, não será possível proteger quem protege o clima”, afirmou o procurador.

Na audiência, a AGU argumentou que a ampliação dos pedidos no mesmo dia da sessão inviabilizava a consulta a ministérios como os da Saúde e da Educação, sugerindo a elaboração futura de um plano consensual de trabalho.

A juíza federal, porém, acatou o aditamento feito pelo MPF. Na decisão, a magistrada destacou que a inspeção judicial colheu provas diretas e urgentes sobre a vulnerabilidade do território, justificando o deferimento imediato das medidas para prevenir conflitos e proteger a integridade física das comunidades.

Medidas determinadas pela Justiça

A decisão judicial tem efeito imediato e estabelece multa diária de R$ 10 mil para cada órgão público em caso de descumprimento injustificado.

As determinações estão divididas nas seguintes frentes:

  • ·        Bases de segurança e policiais (180 dias): a Funai e a União devem construir e estruturar definitivamente duas bases operacionais em Tukumà’tyw e em Waxa’i,Tyw. A União precisa garantir a presença contínua de, no mínimo, 16 agentes da Força Nacional ou de forças federais de segurança pública divididos entre as duas unidades.
  • ·        Guaritas de controle de acesso (45 dias): União e Funai devem instalar dois postos de controle de entrada com presença policial, sendo um no Ramal do Livramento (acesso à antiga Estrada Mejer) e outro no Ramal da Vila São Francisco, ambos identificados como vias vulneráveis.
  • ·        Operações contra o narcotráfico (a 6 seis meses, no mínimo): a União e o governo do Pará devem deflagrar operações policiais coordenadas e periódicas para localizar e erradicar plantios ilegais de entorpecentes e desarticular rotas criminosas no interior da terra indígena.
  • ·    Reavivamento da vicinal Transtembé (90 dias): a União, o estado do Pará e as três prefeituras locais devem recuperar e desobstruir os ramais da antiga estrada vicinal interna. A via permitirá o deslocamento seguro dos indígenas e dos órgãos fiscalizadores entre as porções norte e sul do território, sem a necessidade de transitar por estradas externas perigosas.
  • ·    Programa Guardiões da Floresta (90 dias): a União e a Funai devem estruturar o programa de vigilância indígena na região, fornecendo treinamento específico e regulamentando critérios para uma remuneração justa aos participantes da vigilância comunitária.
  • ·     Serviços básicos em seis aldeias (90 dias para o plano e 180 dias para execução): União e Funai devem apresentar um plano integrado para assegurar a permanência das famílias nas aldeias de Tukumà’tyw, Ma e Iwatyw, São Francisco, Waxa’i,Tyw, Macaco e Mutuca. O plano deve abranger a construção de moradias, rede de abastecimento de água potável (via Secretaria de Saúde Indígena), atenção primária à saúde, entrega regular de cestas de alimentos, transporte contínuo e fomento à agricultura familiar.
  • ·    Aulas nas comunidades (90 dias para o plano e 180 dias para implantação): a Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) terá de criar turmas anexas de educação escolar indígena nas novas aldeias, evitando que crianças fiquem fora da escola.
  • ·   Comitê de Acompanhamento (reuniões a cada 60 dias): para fiscalizar o cumprimento do cronograma, foi criado um grupo de trabalho com representantes da Justiça Federal, MPF, Defensoria Pública da União, Funai, governos federal, estadual e municipais, além de lideranças indígenas das calhas dos rios Guamá e Gurupi.

Aplicação de resolução do CNJ

O procedimento adotado no caso da Terra Indígena Alto Rio Guamá seguiu as diretrizes da Resolução nº 454/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A norma orienta o Poder Judiciário a assegurar o acesso qualificado dos povos indígenas à justiça, valorizando o diálogo intercultural, a presença do juiz no território e o respeito às línguas originárias.

A atuação também reflete a aplicação do conceito de litígio estrutural: processos que lidam com problemas complexos e contínuos de políticas públicas, exigindo a coordenação de vários órgãos públicos sob supervisão judicial direta.

Com a decisão, o processo passa agora para a etapa de acompanhamento das obras e dos serviços, enquanto os réus são citados para apresentar suas defesas formais na ação principal.

Com informações Ascom MPF-PA/Zé Dudu

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ACIDENTE COM ÔNIBUS NA BR-163 DEIXA DUAS PESSOAS FERIDAS

Duas passageiras do automóvel ficaram feridas e foram levadas ao Hospital Municipal de Santarém nesta segunda-feira (28).


(Foto: Lucenildo tabocal)

Um acidente na rodovia BR-163 deixou duas pessoas feridas na manhã desta segunda-feira (28), na altura da comunidade do Cedro, em Santarém, no oeste do Pará. A colisão envolveu um carro de passeio e um ônibus de transporte intermunicipal que fazia a linha para a comunidade de Itapaiuna.

De acordo com testemunhas, o motorista do carro reduziu a velocidade bruscamente para tentar desviar de um buraco na pista. O ônibus, que vinha logo atrás, não conseguiu parar a tempo e bateu com força na traseira do automóvel.

Com o impacto da batida, o carro foi arremessado para fora da rodovia e caiu em uma pequena ribanceira às margens da pista.

Duas passageiras do carro de passeio — uma mulher e uma jovem — ficaram feridas. Equipes do Corpo de Bombeirosfoi acionado para fazer o resgate das vítimas.

Elas receberam os primeiros socorros ainda no local e foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Santarém (HMS). O estado de saúde das pacientes não foi divulgado. Nenhum passageiro do ônibus ficou ferido.

Com informações de Luiz Henrique Nunes, g1 santarém e região — PA

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TEMPORAL DERRUBA POSTE, ARRASTA OBJETOS E DEIXA BAIRROS SEM ENERGIA EM MARABÁ

 

Na região do Bambuzal, na entrada da Velha Marabá, um poste caiu e deixou a passagem de veículos parcialmente interditada.

Um temporal acompanhado de fortes ventos atingiu Marabá, no sudeste do Pará, no fim da tarde de domingo (27/9), causando interrupções no fornecimento de energia e transtornos no trânsito. Na região do Bambuzal, na entrada da Velha Marabá, um poste caiu e deixou a passagem de veículos parcialmente interditada.

A chuva começou por volta das 17h30. Moradores de diferentes bairros relataram falta de energia durante o temporal, além de danos provocados pela ventania.

No bairro Liberdade, imagens registradas na avenida Boa Esperança mostram cadeiras e outros objetos sendo arrastados pelo vento durante a chuva. Também houve relatos de moradores sobre imóveis destelhados em outros pontos da cidade, mas ainda sem um levantamento confirmado da quantidade de propriedades atingidas.

Em comunicado oficial divulgado no domingo, a Equatorial Pará informou que mobilizou equipes técnicas para normalizar o fornecimento de energia nos trechos afetados. Segundo a distribuidora, as chuvas acompanhadas de fortes ventos causaram avarias em circuitos elétricos.

A empresa destacou que os profissionais trabalhavam sob condições de chuva, o que exigia atenção redobrada para garantir a segurança durante os reparos. Na ocasião, a distribuidora informou que seguia atuando para restabelecer o serviço o mais breve possível, sem apresentar um horário para a conclusão dos trabalhos.

Para comunicar ocorrências, a Equatorial disponibiliza atendimento 24 horas pelo telefone 0800 091 0196, pelo WhatsApp da assistente virtual Clara, no número (91) 3217-8200, e pelo aplicativo Equatorial Energia.

Com informações do Portal Debate

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DIA MUNDIAL DO JORNALISMO REÚNE MAIS DE CEM PARTICIPANTES NO BRASIL.

Iniciativa revela etapas de apuração e checagem que antecedem a publicação de uma notícia. A mobilização visa defesa da informação de interesse público


A mobilização pelo Dia Mundial do Jornalismo, celebrado nesta segunda-feira (28), reúne mais de cem veículos, entidades e profissionais no Brasil. Coordenada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), a iniciativa tem neste ano a participação da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER). O Brasil 61 também participa da campanha.

O número de adesões brasileiras é o maior desde o início da mobilização. Entre os participantes, alguns prepararam ações específicas para a data, com conteúdos editoriais, publicações nas redes sociais, distribuição diferenciada de material impresso e outras atividades destinadas ao público.

A campanha oferece conteúdos que podem ser reproduzidos ou adaptados de acordo com o meio utilizado por cada participante. Entre os materiais estão anúncios para versões impressas e digitais, banners, vídeos, peças para redes sociais, cartoons e artigos de opinião.

Por que Dia Mundial do Jornalismo?

Criada internacionalmente sob o nome World News Day, a campanha recebeu no Brasil, há quatro anos, a denominação Dia Mundial do Jornalismo. A opção busca deixar claro que a proposta vai além da notícia que chega ao público.

O objetivo é apresentar também o caminho percorrido até a publicação: quem participa da produção, quais métodos são empregados e quais recursos são necessários para transformar um fato ou informação em conteúdo jornalístico.

A atividade envolve profissionais de diferentes áreas e uma série de procedimentos. Apuração, entrevistas, consulta a documentos, checagem, análise de dados, edição, revisão, fotografia e distribuição estão entre as etapas que podem fazer parte da produção.

Nesse sentido, a campanha procura discutir como o jornalismo é feito e quais condições são necessárias para que essa atividade continue sendo realizada. Recursos financeiros, profissionais qualificados, tempo, tecnologia e estrutura fazem parte desse processo.

Para Marcelo Rech, jornalista e presidente-executivo da ANJ, a manutenção de uma imprensa profissional também depende de condições econômicas para o setor. “Todos defendem a liberdade de imprensa, mas ela precisa, além de liberdade, de uma imprensa robusta e economicamente saudável”, afirma.

Além de uma data no calendário

A iniciativa ocorre em meio a mudanças no cenário democrático internacional e a desafios relacionados à liberdade de expressão e de imprensa.

Segundo o Democracy Report 2026, elaborado pelo V-Dem Institute, da Universidade de Gotemburgo, 74% da população mundial — aproximadamente seis bilhões de pessoas — vive sob regimes autocráticos. A parcela que vive em democracias corresponde a 26%.

O levantamento aponta também 44 países em processo de autocratização. Juntos, eles concentram 41% da população mundial, cerca de 3,4 bilhões de pessoas. Já os processos de democratização são registrados em 18 países.

O relatório também aponta deterioração das liberdades de expressão e de imprensa em diferentes países e registra retrocessos em algumas democracias consolidadas.

Nesse contexto, a produção jornalística permite acompanhar decisões de governos, fiscalizar instituições, acessar informações de interesse público e conhecer diferentes pontos de vista sobre acontecimentos que afetam a sociedade.

A atividade também contribui para o debate público ao disponibilizar informações sobre direitos, políticas públicas e questões presentes no cotidiano da população.

Funcionamento do jornalismo

Uma das frentes da campanha é justamente explicar o que acontece dentro das redações antes de uma informação chegar ao público.

A produção de uma reportagem pode começar com um acontecimento, uma denúncia, um documento ou uma informação que precisa ser investigada. A partir daí, jornalistas consultam fontes, buscam documentos, verificam dados e confrontam diferentes versões.

O material reunido passa então por etapas de seleção, contextualização, edição e revisão. A apuração também não termina necessariamente com a publicação. Quando um erro é identificado, o conteúdo deve ser reavaliado e corrigido. Em situações que exigem, a redação informa o público sobre a alteração.

Ferramentas digitais e novas tecnologias já fazem parte de diversas etapas desse processo. Ainda assim, a responsabilidade pelo conteúdo publicado permanece com os profissionais e as organizações jornalísticas.

Os materiais desta edição da campanha tratam de temas como apuração, checagem, edição, correção de erros, fotojornalismo, jornalismo local, sustentabilidade, democracia, liberdade de expressão e os efeitos das novas tecnologias sobre a informação.

Campanha mundial

A mobilização reúne mais de mil redações e organizações de comunicação em mais de cem países. Jornais, revistas, sites, emissoras e outras empresas e instituições do setor participam da iniciativa por meio de diferentes formatos e ações.

A mobilização internacional procura ampliar a discussão sobre a atividade jornalística e sobre as condições necessárias para manter a produção de informação de interesse público.

No Brasil, a campanha reúne, além da ANJ e da ANER, veículos, profissionais, entidades e instituições ligadas à comunicação. Com mais de cem participantes, a edição deste ano registra o maior nível de adesão brasileira.
Com informações de Marquzan Araújo/Agencia do Radio

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CARGA COM 78 CELULARES SEM DOCUMENTAÇÃO FISCAL É APREENDIDA DENTRO DE ÔNIBUS EM BENEVIDES

Aparelhos estavam em uma caixa no compartimento de bagagens e seriam levados para Castanhal, segundo a Polícia Rodoviária Federal.


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 78 celulares transportados sem documentação fiscal em um ônibus de viagem, na tarde desta quinta-feira (24), durante uma fiscalização em frente ao posto operacional da corporação em Benevides, na Região Metropolitana de Belém.

Segundo a PRF, o veículo foi abordado por volta das 18h30. Durante a inspeção no compartimento de bagagens, os agentes encontraram uma caixa de papelão no fundo do bagageiro.

Questionado pelos policiais, o motorista informou que a caixa era uma encomenda com destino a Castanhal e afirmou não possuir nota fiscal ou outro comprovante fiscal referente à carga.

De acordo com a PRF, o peso e as características da embalagem levaram a equipe a abrir a caixa. No interior, foram encontrados os 78 aparelhos celulares sem documentação que comprovasse a origem fiscal da mercadoria.

Os celulares ficaram retidos no posto operacional da PRF em Benevides e foram colocados sob responsabilidade da Receita Federal para os procedimentos cabíveis.

Com informações do g1/Pará

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SESPA ABRE PSS COM 150 VAGAS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA NO HOSPITAL REGIONAL DE CAMETÁ

Inscrições serão feitas pela internet nos dias 29 e 30 de setembro. Oportunidades são para profissionais dos níveis fundamental, médio, técnico e superior.


(Foto: Reprodução/Agência Pará)

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) abriu um Processo Seletivo Simplificado (PSS) com 150 vagas para contratação temporária de profissionais que vão atuar no Hospital Regional de Cametá, no nordeste do Pará. As inscrições serão realizadas nos dias 29 e 30 de setembro, exclusivamente pela internet, no site do Sistema Integrado de Processo Seletivo Simplificado (Sipros).

O extrato do edital foi publicado na sexta-feira (25) no Diário Oficial do Estado (DOE). As oportunidades são destinadas a cargos e funções dos níveis fundamental, médio, técnico e superior.

Das 150 vagas, 102 estão previstas no Edital nº 4.1/2026, destinadas à ampla concorrência e a pessoas com deficiência (PcD). Outras 48 constam no Edital nº 4.2/2026 e são reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas (PPIQ).

Segundo a Sespa, as vagas foram autorizadas excepcionalmente por causa da ampliação de um serviço hospitalar considerado essencial e de funcionamento inadiável. As contratações serão feitas de acordo com a Lei Complementar nº 07/1991 e alterações posteriores.

Vagas para diferentes áreas

Segundo informações divulgadas pelo prefeito de Cametá, Victor Cassiano, as contratações estão relacionadas à ampliação da estrutura do Hospital Regional e à implantação de novas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Entre as funções previstas estão médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, farmacêuticos, biomédicos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, técnicos em radiologia, técnicos de patologia clínica, agentes administrativos, agentes de artes práticas e físico.

Ainda segundo o prefeito, o processo seletivo terá análise documental e curricular, além de entrevistas. O cronograma divulgado por Cassiano prevê resultado final em 19 de outubro. A entrega da documentação e a assinatura dos contratos estão previstas para os dias 20 e 21 de outubro, e o início das atividades para 22 de outubro.

Inscrições

As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, das 0h de 29 de setembro até as 23h59 de 30 de setembro, por meio do site do Sipros.

O edital completo deve reunir informações sobre cargos, requisitos, remuneração, distribuição das vagas e demais regras da seleção

Com informações do g1/Pará

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FAMÍLIA MORRE APÓS COLISÃO ENTRE MOTOCICLETA E CAMINHÃO NO MARANHÃO

Tragédia ocorreu na zona rural de Pedreiras; motorista fugiu sem prestar socorro


Três pessoas de uma mesma família perderam a vida em um grave acidente ocorrido na noite do último sábado no município de Pedreiras, a cerca de 245 km da capital São Luís. As vítimas — um homem, sua companheira (que estaria grávida) e o filho do casal, de apenas 2 anos — trafegavam em uma motocicleta quando colidiram frontalmente contra um caminhão na rodovia estadual.

Após o impacto, os três ocupantes do veículo de duas rodas chegaram a ser resgatados e conduzidos a uma unidade hospitalar da região, mas não resistiram aos ferimentos. De acordo com informações da Polícia Militar, o condutor do caminhão evadiu-se do local da ocorrência sem prestar qualquer tipo de auxílio. A polícia segue realizando buscas para tentar identificar e localizar o responsável.

Com informações de Vitória Ohana/Gazeta Carajás

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DEFASAGEM DO SIMPLES E DO MEI PODE DIFICULTAR EXPANSÃO DE NEGÓCIOS LIDERADOS POR MULHERES

A defasagem dos limites de faturamento do Simples Nacional e do MEI, sem atualização desde 2018, pode levar pequenos negócios a pagar mais impostos mesmo sem aumento real da capacidade econômica. O cenário preocupa entidades ligadas ao empreendedorismo feminino, que defendem a correção dos valores pela inflação. Para o CMEC, atualizar os limites é importante para ampliar as condições de crescimento, crédito e autonomia de milhões de mulheres empreendedoras.

Com informações de Juline Pogorzelski/Paulo

FALTA DE ENERGIA PROVOCA PROTESTO E BLOQUEIO NA PA-160 EM PARAUAPEBAS

Moradores bloqueiam PA-160 com queima de pneus por falta de energia em Parauapebas


Moradores do bairro Parque Verde bloquearam a PA-160 na tarde deste sábado, dia 26, nas proximidades do Posto Cintra, na entrada da Vila Cedere, em Parauapebas.

O protesto começou por volta de 13h50 e foi motivado pela falta de fornecimento de energia elétrica no bairro, situação que já durava quatro dias. Manifestantes que não se identificaram e não apontaram liderança atearam fogo em pneus e galhos de árvores sobre a pista, impedindo a passagem de veículos e causando congestionamento na rodovia.

A guarnição Policial foi acionada e esteve no local para constatar a situação e garantir a segurança viária. 

Quanto a questão referida falta de energia acima divulgada, a equatorial enviou a seguinte nota

Nota

A Equatorial Pará informa que o fornecimento de energia foi 100% restabelecido por volta das 17h45 deste sábado (26), na região do Parque Verde, área rural do município de Parauapebas.

A distribuidora esclarece que a localidade teve o fornecimento comprometido na madrugada deste sábado. O serviço foi restabelecido por meio de manobras operacionais na rede. A distribuidora não mediu esforços para que os serviços fossem executados com segurança e no menor tempo possível.

A empresa segue executando ações de manutenção e melhoria na rede elétrica do município, com intervenções em equipamentos e componentes do sistema, com o objetivo de ampliar a confiabilidade e a segurança do fornecimento de energia.

A Equatorial Pará reforça a importância de registrar qualquer ocorrência pelos canais oficiais, informando o número da Unidade Consumidora (UC), para que a demanda seja localizada e direcionada às equipes responsáveis. Os canais de atendimento estão disponíveis 24 horas: assistente virtual Clara, pelo WhatsApp (91) 3217-8200, site equatorialenergia.com.br, aplicativo Equatorial Energia e Central 0800 091 0196.

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Com informações de Jéssyca Lima/Gazeta Carajás

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domingo, 27 de setembro de 2026

9ª CAVALGADA CELEBRA TRADIÇÃO RURAL NA COMUNIDADE RURAL CANTO DA VAZANTE EM GUARAÍ, TO

A comunidade rural Canto da Vazante, em Guaraí, recebeu grande público na 9ª edição de sua tradicional cavalgada. O evento reuniu grande público, incluindo moradores, visitantes, cavaleiros e comitivas, movimentando a localidade durante a programação.


A cavalgada faz parte das tradições do povoado e ocorre durante o período de celebração a São Miguel Arcanjo, padroeiro local. Desde o último dia 20 de setembro são realizadas ainda missas, novenas, quermesse e outros eventos sociais/religiosos, encerrados no dia 29 de setembro, dia do santo padroeiro.

A história da devoção

A imagem de São Miguel Arcanjo chegou até o pequeno povoado por meio de uma das pioneiras, senhora Izabel Pereira do Nascimento, que passou a residir na localidade a partir do ano de 1963, vinda de Riachão (MA). A tradição foi passando de geração para geração e hoje segue viva entre os moradores.

Quem é São Miguel Arcanjo?

São Miguel Arcanjo é o “guardião celeste”, guerreiro que defende e lidera o exército do reino dos céus. Seu nome é citado três vezes na Bíblia Sagrada: No Antigo Testamento, precisamente no capítulo 12 do livro de Daniel, no Novo Testamento, apresentado na carta de São Judas e no capítulo 12 do Apocalipse.

Com informações do Portal Guaraí Noticias

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SUBTENENTE ANTÔNIO DE SOUSA PINHEIRO TERIA SOFRIDO UMA DESCARGA ELÉTRICA.

A Polícia Civil investiga a morte de um bombeiro militar da reserva na manhã desta sexta-feira (25), em uma área rural de Marabá, no sudeste do Pará


(Foto: Redes Sociais)

A vítima foi identificada como subtenente Antônio de Sousa Pinheiro. Segundo informações relatadas à polícia, ele teria sofrido uma descarga elétrica.

Procurado o Corpo de Bombeiros não deus mais informações sobre o caso.

A Polícia Civil informou que perícias foram solicitadas e testemunhas estão sendo ouvidas para ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte. A Seccional de Marabá apura o caso.

Com informações do g/pará

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sábado, 26 de setembro de 2026

MARABÁ RECEBE 1º SEMINÁRIO DE HISTÓRIA NEGRA EM OUTUBRO

Evento reúne pesquisadores, artistas e representantes de comunidades negras para discutir memória, cultura e reparação no Sudeste do Pará


(Foto: Reprodução)

Marabá será palco, no dia 1º de outubro, do 1º Seminário de Memória e História Negra de Marabá, evento que propõe discutir a presença, a cultura e as contribuições da população negra para a formação do município e de outros territórios do Sudeste do Pará. A programação será realizada no Teatro Municipal Eduardo Abdelnor, das 8h às 18h.

Com o tema “Memória Negra como Direito: Cultura, Resistência e Compromisso Público com a Reparação”, o encontro integra as atividades do Festival da Consciência Negra de Marabá e antecipa as ações relacionadas ao mês dedicado à valorização da história e da cultura negra, celebrado em novembro.

Por que discutir a história negra de Marabá?

A proposta do seminário é colocar em debate histórias e experiências da população negra que, segundo os organizadores, ainda têm pouca visibilidade nas narrativas sobre a formação de Marabá e da região. Ao longo do dia, pesquisadores, agentes culturais, ativistas e representantes de comunidades participarão de mesas sobre memória, manifestações culturais, resistência e políticas públicas de preservação do patrimônio negro.

Além dos debates, o público poderá acompanhar apresentações artísticas e a Mostra Educativa Zélia Amador de Deus, que reunirá trabalhos acadêmicos, produções artísticas e relatos de experiências relacionados à luta antirracista no Sudeste do Pará.

O que terá na programação?

As atividades começam às 8h, com o credenciamento. Às 8h30, o Grupo Guerreiros do Quilombo Capoeira apresenta “Dança com fogo e Maculelê”. A primeira mesa, das 8h50 às 10h20, discutirá História e Memória Negra em Marabá, com mediação da professora Rosemayre Bezerra e participação de Janailson Macêdo, Mãe Dedé, Ana Luiza Rocha e Eric de Belém.

Na sequência, a segunda mesa aborda Cultura Negra em Movimento, com discussões sobre expressões culturais, territórios e resistência. Participam Trevo Ribeiro, Dani Pimentel, Mestre Zé do Boi e Margarida Negreiros, com mediação de Vanda Melo.

No período da tarde, a terceira mesa tratará da preservação, reconhecimento e reparação da memória negra como compromisso público. Entre os participantes estão representantes do Museu Municipal Francisco Coelho, Secult Marabá, Fundação Casa da Cultura, Unifesspa e Secretaria de Igualdade Racial e Direitos Humanos do Pará. O encerramento dos debates ocorre às 16h. A Mostra Educativa Zélia Amador de Deus terá visitação das 15h às 18h.

Onde será o seminário de História Negra?

O evento será realizado no Teatro Municipal Eduardo Abdelnor, em Marabá, e terá entrada gratuita. As inscrições para participação também são gratuitas e podem ser feitas pela internet.

A iniciativa é promovida pelo Coletivo Consciência Negra em Movimento, em parceria com o Museu Municipal Francisco Coelho. A programação faz parte do Festival da Consciência Negra de Marabá, cuja culminância está prevista para 20 de novembro.

Serviço

  • ·       1º Seminário de Memória e História Negra de Marabá
  • ·       Data: 1º de outubro
  • ·       Horário: 8h às 18h
  • ·       Local: Teatro Municipal Eduardo Abdelnor – Marabá
  • ·       Entrada: gratuita
  • ·       Inscrições: online
  • ·       Inscrição para participantes: Even3 – 1º Seminário de Memória e História Negra de Marabá
  • ·      Inscrição para expositores da Mostra: Formulário de expositores

Com informações do portal DOL Carajás

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