A
nova estratégia financeira surge após uma decisão unânime do Conselho Curador
do FGTS, que autorizou o uso desses recursos extras. Além da injeção de
capital, o colegiado validou o aumento do teto de renda para os beneficiários e
o reajuste nos preços dos imóveis permitidos.
Para
as famílias da Faixa 1, o limite salarial aceito avançou de R$ 2.850 para R$
3.200 mensais. Já os cidadãos enquadrados na Faixa 2 agora podem comprovar
rendimentos de até R$ 5.000, superando o antigo teto de R$ 4.700.
O
maior impacto nas faixas superiores elevou a renda da Faixa 3 para R$ 9.600 e a
da Faixa 4 para R$ 13.000 mensais. Essas correções buscam adequar o acesso ao
crédito habitacional diante das variações econômicas registradas recentemente
em todo o país.
Em
relação ao valor de mercado das residências, as unidades da Faixa 3 passaram de
R$ 350 mil para R$ 400 mil. No topo do programa, a Faixa 4 teve reajuste de
20%, permitindo agora o financiamento de propriedades de até R$ 600 mil.
Com
essas atualizações, o governo federal pretende dinamizar o setor da construção
civil e reduzir o déficit habitacional nas regiões brasileiras. O foco nas
faixas intermediárias deve acelerar a assinatura de novos contratos por
famílias que antes excediam os limites anteriores.
Com
informações da Agência Brasil
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