(Em 1996, 21 trabalhadores rurais foram mortos pela PM. Três décadas depois, cerca de 20 mil famílias vivem em áreas em disputa, segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT).)
(Foto: Marcello Cesae Jr/Agência Brasil)
Trinta anos após o Massacre de Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará,
conflitos por terra seguem em larga escala no estado. Levantamento da Comissão
Pastoral da Terra (CPT) aponta mais de 200 áreas em situação de disputa,
envolvendo cerca de 20 mil famílias.
A data é marcada por atos, marchas e homenagens
organizadas por movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais
Sem Terra (MST). Milhares de pessoas caminham mais de 70 quilômetros entre
Curionópolis e Eldorado dos Carajás, refazendo o trajeto percorrido por
trabalhadores rurais em abril de 1996.
Na Curva do S, local onde ocorreu o massacre,
cruzes e monumentos marcam os pontos onde camponeses foram mortos durante a
ação da Polícia Militar.
Com informações do G1/Pará
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