(Iniciativa busca ampliar a participação de pessoas negras nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática no exterior.)
(Foto: Divulgação)
Estudantes
negros que sonham em fazer graduação no exterior nas áreas de Ciências,
Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) têm uma grande oportunidade. O
programa de bolsas Black STEM está com inscrições abertas para a 3ª edição,
oferecendo apoio financeiro anual de R$ 42 mil.
A
iniciativa é do Fundo Baobá, em parceria com a B3 Social, e é referência no
apoio à presença de estudantes brasileiros na academia global. A ideia é
ampliar a participação de pessoas negras nessas áreas.
O
programa é voltado a pessoas negras já aprovadas em cursos de graduação no
exterior em carreiras como astronomia, biologia, engenharias, medicina, ciência
da computação, entre outras. O projeto irá selecionar três estudantes.
Além
do auxílio financeiro, os alunos selecionados receberão um conjunto de
iniciativas de desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal. Estão
previstos mentorias coletivas e individuais, acompanhamento psicológico
especializado, atividades formativas e conexão com uma rede de bolsistas.
A
bolsa tem duração inicial de 12 meses, com possibilidade de renovação anual até
a conclusão do curso, mediante desempenho e cumprimento de metas.
Como
se candidatar
Para
concorrer, os candidatos devem ser brasileiros natos ou naturalizados,
autodeclarados negros (pretos ou pardos) e possuir carta de aceite (ou estar em
estágio avançado de seleção) em uma universidade no exterior para cursos STEM.
A
seleção será realizada de forma virtual e dividida em três etapas:
·
análise de pré-requisitos;
·
avaliação da candidatura: com vídeo de apresentação e
cartas de recomendação;
·
e entrevistas individuais
As
inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo formulário
online, com toda a documentação exigida, incluindo histórico escolar
e duas cartas de recomendação.
Dúvidas
podem ser enviadas para o e-mail: programadebolsas@baoba.org.br.
Desde
a criação, o programa já apoiou o estudo de brasileiros em instituições de
prestígio em países como China, Espanha e Estados Unidos.
Entre
os cursos escolhidos pelos bolsistas de outras edições estão engenharia
aeroespacial e ciências da computação, refletindo a diversidade de trajetórias
e a inserção crescente de estudantes negros brasileiros na academia global.
Com
Informações do G1/PaG1/Pará
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