(Leise Aparecida Cruz chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Caso ocorreu em Anastácio)
Leise
Aparecida Cruz, de 41 anos, foi asfixiada até a morte pelo marido, Edson Campos
Delgado, na sexta-feira (6/3), em uma residência localizada na cidade de
Anastácio, a 145 km de Campo Grande (MS). Ele demorou para confessar o
crime, dizendo que ela faleceu em decorrência do uso de Mounjaro – remédio
para emagrecimento.
Conforme o registro policial, a vítima teria
sido achada em casa pelo suspeito após ele chegar do trabalho. A mulher chegou
a ser socorrida e levada para um hospital da cidade, mas não resistiu. Por
causa das circunstâncias, Leise foi submetida a exames necroscópicos no IML
(Instituto Médico Legal), onde os legistas encontraram indícios de morte por
asfixia.
Ao ser questionado, Edson chegou a
mentir para as autoridades, dizendo que saiu de casa por volta das 7h para
trabalhar. Ao retornar no almoço, encontrou Leise passando mal às 13h, mas saiu
novamente para o trabalho, voltando apenas às 22h30, quando encontrou o imóvel
escuro e a vítima deitada na cama.
Segundo o registro policial, durante a
história, Edson afirmou ter acionado o Corpo de Bombeiros após a mulher não
atender ao seu chamado. Ainda em seu relato, ele afirmou que Leise já teria
tentado suicídio outras vezes e que fazia uso de remédios controlados para
depressão.
Além disso, a mulher vivia com dores no
estômago, uma vez que estava tomando Mounjaro falsificado do Paraguai. O
medicamento ainda teria feito ela perder muito peso.
Porém, após o resultado do exame de
necropsia, o homem acabou confessando o crime. Diante da situação, ele foi
preso em flagrante e o caso está sendo investigado como feminicídio.
Com
informações do Topmídia News

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