Ao lado do presidente, ministro da
Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou a ampliação de recursos para
investir na produção nacional
(Foto: Guilherme Martimon/MAPA)
O ministro também destacou a ampliação de
investimentos em pesquisa e inovação no campo como marcas da prioridade que o
governo federal dá ao agronegócio nacional.
“Quando nós chegamos aqui, eram R$
167 milhões destinados à pesquisa. Hoje são R$ 414 milhões. 250% a mais do que
há 3 anos! Isso é fruto de um trabalho de equipe, isso é fruto de determinação,
de uma forte liderança de um presidente que não fica na palavra, que coloca na
prática aquilo que ele julga que é mais importante para o país”, apontou.
Na avaliação de André de Paula, foi o
crescimento desse investimento que viabilizou ao Brasil atingir a marca de 600
novos mercados abertos para diferentes produtos nacionais desde 2023. Um
esforço que, de acordo com o ministro, vai continuar.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá,
afirmou que a feira é um espaço de valorização da produção de alimentos e de
conexão com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável. “É uma
oportunidade para a agricultura familiar e para a geração de renda. Muitos
produtores já trabalham em parceria com a Embrapa, o que reforça a importância
de investir em ciência, tecnologia, capacitação e políticas públicas
associadas”, destacou.
Ele também ressaltou que, no aniversário
da instituição, foi anunciado o reconhecimento da Embrapa como autoridade
depositária internacional de micro-organismos.
Feira Brasil na Mesa
Além do aniversário da Embrapa, o evento
também marcou a abertura da Feira
Brasil na Mesa. Realizada entre os dias 23 e 25 de abril, na Embrapa
Cerrados, a feira reúne programação diversificada, com palestras, exposições e
vitrines vivas de tecnologias.
Durante o evento, são apresentadas novas
tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros, com foco na transformação
do conhecimento científico em soluções aplicáveis às diferentes cadeias
produtivas. Entre os destaques, estão quatro novas cultivares de feijão, uma de
soja, uma de sorgo gigante e a primeira cultivar brasileira de Brachiaria
decumbens, ampliando as alternativas para aumento da produtividade e
sustentabilidade agropecuária.
Além das exposições, a feira conta com
seminários técnicos com a participação de diversos ministérios, incluindo o
Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento
Agrário e Agricultura Familiar (MDA), abordando temas como segurança alimentar,
valorização de produtos da biodiversidade, fruticultura, gastronomia de baixo
carbono, bioinsumos, indicações geográficas, Zoneamento Agrícola de Risco
Climático (Zarc) e acesso ao crédito.
A programação contempla ainda atividades
interativas e experiências voltadas ao público, como degustações de alimentos
nativos e produtos artesanais, cozinhas demonstrativas com chefs, vitrines
tecnológicas com pesquisadores, mutirão de serviços ao agricultor, trilhas em
áreas de vegetação nativa, rodadas de negócios e apresentações culturais,
reforçando a integração entre ciência, produção e sociedade.
Com informações de Alvaro Couto/Ag. Do Radio