(Cooperativa vinculada à Seap comercializou peças artesanais no Porto Futuro promovendo geração de renda e fortalecimento da reinserção social)
(Foto:
RILLARY BARBOSA / Divulgação)
Pelo
quinto ano consecutivo, a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina
Empreendedora (Coostafe), vinculada à Secretaria de Estado de Administração
Penitenciária (Seap), participou da 14ª edição da Feira de Artesanato do Círio
(FAC), promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae). A cooperativa esteve presente nos cinco dias de programação, de 8 a
14 de outubro, no Parque Urbano Porto Futuro, em Belém, com uma variedade de
produtos artesanais.
Entre os
artigos comercializados estavam camisas temáticas do Círio, ecobags,
necessaires, pequenos brindes, almofadas e peças para mesa posta, como panos e
trilhos de mesa, panos americanos e suplás. Os produtos são confeccionados por
mulheres privadas de liberdade (PPLs), que desenvolvem habilidades em pintura,
bordado, crochê e costura, ampliando as possibilidades de qualificação
profissional e geração de renda.
Para a
tutora da cooperativa, Narayana Brotas, a participação na FAC representa
uma oportunidade de ampliar a presença da Coostafe em espaços de
comercialização, além de promover o contato com outros empreendedores e a troca
de conhecimentos.
“É uma
grande oportunidade para as meninas estarem presentes nesses lugares onde tem
vários outros empreendedores, com outros negócios, principalmente no ramo do
artesanato”, destacou.
Entre os
artigos comercializados estavam camisas temáticas do Círio, ecobags,
necessaires, pequenos brindes, almofadas e peças para mesa posta, como panos e trilhos de
mesa, panos americanos e suplás. Os produtos são confeccionados por mulheres
privadas de liberdade (PPLs), que desenvolvem habilidades em pintura, bordado,
crochê e costura, ampliando as possibilidades de qualificação profissional e
geração de renda.
Para a
tutora da cooperativa, Narayana Brotas, a participação na FAC representa uma
oportunidade de ampliar a presença da Coostafe em espaços de comercialização,
além de promover o contato com outros empreendedores e a troca de
conhecimentos.
“É uma
grande oportunidade para as meninas estarem presentes nesses lugares onde tem
vários outros empreendedores, com outros negócios, principalmente no ramo do
artesanato”, destacou.
“Aprendi
tudo lá, não sabia bordar, mas um aprendizado, ele veio me capacitar para,
quando eu sair, já ter o que fazer lá fora, assim, colocar alguma
loja de bordado pra mim, de bolsas, essas coisas que eu pretendo fazer lá
fora”, relatou Raimunda.
A
participação na FAC também marcou sua primeira experiência em uma feira de
artesanato. Ao apresentar os produtos diretamente ao público, ela teve a
oportunidade de acompanhar a comercialização das peças e reconhecer os
resultados do trabalho desenvolvido pelas cooperadas.
Jéssica
Cruz, de 35 anos, também destaca a importância da cooperativa para a
qualificação profissional e a construção de novas perspectivas. Atualmente em
regime semiaberto, ela participou da feira comercializando tanto as próprias
peças quanto os produtos confeccionados por outras mulheres custodiadas,
inclusive aquelas que permanecem em regime fechado.
Com
informações do Governo do Pará (SECOM)
“Notícias com Credibilidade de Rio
Maria, do Pará, do Brasil e do Mundo, é aqui na Berokan FM.”

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