Ação conjunta fiscalizou ligações irregulares com apoio das Polícias Civil e Científica
Encerrou
quinta-feira (27) mais uma operação de combate ao furto de energia elétrica.
Desta vez foram fiscalizados imóveis comerciais e residenciais nos municípios
de Eldorado dos Carajás, Curionópolis e Goianésia do Pará, sudeste paraense. A
ação contou com apoio das Polícias Civil e Científica, além das equipes
técnicas da Equatorial Pará, que atuaram em conjunto durante todo o trabalho de
campo.
Ao
todo foram vistoriados 23 estabelecimentos ao longo dos três dias de operação.
Em Eldorado dos Carajás, foram cinco pontos fiscalizados, entre postos de
combustível, churrascaria, hotel e farmácia. Já em Curionópolis, oito pontos
foram vistoriados, enquanto que em Goianésia do Pará, foram verificados seis pontos
entre comerciais e residenciais. Após os flagrantes, os casos foram
encaminhados à Polícia Civil para apuração e instauração dos procedimentos
relacionados às suspeitas de furto de energia e fraude nos sistemas de medição.
Segundo
a Polícia Científica, a atuação do perito nesse tipo de ação é fundamental para
a produção do laudo técnico, documento que formaliza a constatação do delito e
subsidia o delegado na adoção das providências jurídicas cabíveis no combate ao
crime de furto de energia.
O
gerente reforça que o canal de denúncias está sempre disponível de forma
sigilosa, e que a colaboração da população é essencial para ampliar o alcance
das fiscalizações.
A
Equatorial Pará mantém ações permanentes de fiscalização e combate às
irregularidades nas regiões sul e sudeste do Pará, em parceria com os órgãos de
segurança pública. A população pode e deve colaborar denunciando situações
suspeitas de forma anônima pelos canais oficiais da Equatorial Pará na Central
de Atendimento 0800 091 0196 e pelo número 190 da Polícia.
O
furto de energia é crime previsto no Código Penal Brasileiro com pena de 1 a 6
anos de reclusão e multa. Nos casos de adulteração ou fraude no relógio
medidor, o crime pode ser classificado como Estelionato (Artigo 171),
cuja pena máxima chega a 5 anos de prisão.
Em ambos os casos há sanções administrativas e financeiras para quem
comete os crimes.
Informações
da Ascom/Equatorial/Pá
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