sexta-feira, 28 de agosto de 2026

OPERAÇÃO CONTRA FURTO DE ENERGIA PERCORRE MUNICÍPIOS DO SUDESTE DO PARÁ

Ação conjunta fiscalizou ligações irregulares com apoio das Polícias Civil e Científica

Encerrou quinta-feira (27) mais uma operação de combate ao furto de energia elétrica. Desta vez foram fiscalizados imóveis comerciais e residenciais nos municípios de Eldorado dos Carajás, Curionópolis e Goianésia do Pará, sudeste paraense. A ação contou com apoio das Polícias Civil e Científica, além das equipes técnicas da Equatorial Pará, que atuaram em conjunto durante todo o trabalho de campo.

Ao todo foram vistoriados 23 estabelecimentos ao longo dos três dias de operação. Em Eldorado dos Carajás, foram cinco pontos fiscalizados, entre postos de combustível, churrascaria, hotel e farmácia. Já em Curionópolis, oito pontos foram vistoriados, enquanto que em Goianésia do Pará, foram verificados seis pontos entre comerciais e residenciais. Após os flagrantes, os casos foram encaminhados à Polícia Civil para apuração e instauração dos procedimentos relacionados às suspeitas de furto de energia e fraude nos sistemas de medição.

Segundo a Polícia Científica, a atuação do perito nesse tipo de ação é fundamental para a produção do laudo técnico, documento que formaliza a constatação do delito e subsidia o delegado na adoção das providências jurídicas cabíveis no combate ao crime de furto de energia.

O gerente reforça que o canal de denúncias está sempre disponível de forma sigilosa, e que a colaboração da população é essencial para ampliar o alcance das fiscalizações.

A Equatorial Pará mantém ações permanentes de fiscalização e combate às irregularidades nas regiões sul e sudeste do Pará, em parceria com os órgãos de segurança pública. A população pode e deve colaborar denunciando situações suspeitas de forma anônima pelos canais oficiais da Equatorial Pará na Central de Atendimento 0800 091 0196 e pelo número 190 da Polícia.

O furto de energia é crime previsto no Código Penal Brasileiro com pena de 1 a 6 anos de reclusão e multa. Nos casos de adulteração ou fraude no relógio medidor, o crime pode ser classificado como Estelionato (Artigo 171), cuja pena máxima chega a 5 anos de prisão.  Em ambos os casos há sanções administrativas e financeiras para quem comete os crimes.

Informações da Ascom/Equatorial/Pá

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