(Kauana Bilhar compartilhava viagens, carros de luxo e momentos com a companheira nas redes sociais; polícia investiga as circunstâncias da queda.)
(Foto: Reprodução)
A influenciadora digital brasileira Kauana Bilhar, que morreu após cair do 27º
andar de um edifício em Dubai, nos Emirados
Árabes Unidos, acumulava mais de 16 mil seguidores nas redes sociais, onde
exibia um estilo de vida marcado por viagens internacionais, experiências de
alto padrão e itens de luxo.
Em seu perfil, Kauana compartilhava
registros de destinos turísticos ao redor do mundo, incluindo pontos conhecidos
como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, em Paris. As publicações também
mostravam passeios em jatos particulares, carros de luxo, hospedagens em hotéis
sofisticados, restaurantes renomados e produtos de grifes internacionais.
As flores também eram presença constante
em suas postagens. A influenciadora costumava publicar imagens de buquês que
recebia de presente e chegou a mostrar um arranjo formado por cerca de 500
flores.
Vida pessoal em destaque
Nos últimos meses, Kauana passou a
dividir com os seguidores momentos da vida pessoal ao lado da companheira,
Bárbara Arantes. Em uma das publicações mais recentes, ela exibiu alianças e
fez uma declaração de carinho à namorada. Após a repercussão da morte da
influenciadora, o perfil de Bárbara ficou indisponível nas redes sociais.
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A morte de Kauana foi confirmada pela
mãe, Darla Bilhar, por meio de uma publicação nas redes sociais. As
circunstâncias da queda estão sendo investigadas pelas autoridades de Dubai.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o apartamento onde ocorreu o caso
foi submetido à perícia, enquanto a família trabalha para viabilizar o traslado
do corpo ao Brasil.
Após a confirmação da morte, seguidores
passaram a prestar homenagens à influenciadora nas redes sociais,
lamentando a perda e deixando mensagens de solidariedade à família.
Em um vídeo divulgado na internet, Darla
Bilhar pediu respeito à memória da filha e criticou a circulação de informações
sem confirmação sobre o caso.
"Enquanto eu tento encontrar forças
para enfrentar a maior dor que uma mãe pode sentir, preciso assistir à memória
da minha filha ser julgada, exposta e desrespeitada por pessoas que não
conheciam a sua história", afirmou.
Com informações de Lucas Quirino/UOL e
DOL
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