(Categoria também reivindica concurso público, reformas em escolas e retomada das negociações com a prefeitura.)
A mobilização foi organizada pelo Sindicato
dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) e teve início na Praça
Mahatma Gandhi, no bairro Cidade Nova.
Segundo a entidade, o ato também teve como
objetivo acompanhar o resultado de uma audiência judicial que discute as
demissões de servidores da educação municipal.
Durante a manhã, os trabalhadores realizaram
uma assembleia geral para avaliar os desdobramentos da audiência e discutir os
próximos passos do estado de greve da categoria.
Entre as principais reivindicações
apresentadas pelo sindicato estão a revogação das demissões de servidores da
educação, a realização de concurso público e melhorias na infraestrutura das
unidades de ensino.
De acordo com os profissionais, diversas
escolas enfrentam problemas estruturais que afetam as condições de trabalho e o
processo de ensino-aprendizagem.
"A gente está lutando por uma educação
de qualidade, por melhores condições de trabalho e por respeito aos
profissionais que atuam diariamente nas escolas", afirmou a coordenadora
de comunicação do Sintepp em Parauapebas, Maria Geneucy Silva Santos.
A professora Leilane Maia afirmou que as
dificuldades enfrentadas nas unidades de ensino impactam diretamente alunos e
educadores.
Segundo ela, a falta de estrutura adequada
compromete tanto o trabalho dos profissionais quanto a qualidade do ensino
oferecido aos estudantes.
No final da manhã, os manifestantes seguiram
em caminhada até o gabinete do prefeito para cobrar a reabertura da mesa de
negociação entre a administração municipal e o sindicato.
De acordo com o Sintepp, a categoria busca
retomar o diálogo para discutir não apenas as demissões, mas também pautas
relacionadas à valorização dos profissionais da educação e à estrutura da rede municipal
de ensino.
A reportagem solicitou posicionamento da
Prefeitura de Parauapebas sobre as reivindicações apresentadas pelos
trabalhadores e aguarda retorno. O texto será atualizado caso haja
manifestação.
Com
informações do g1/Pará

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