(Grupo afirma que acordo trabalhista de mais de R$ 7 milhões beneficia apenas ex-funcionários da Colossus e contesta contrato considerado irregular pela categoria)
A movimentação ocorreu depois do anúncio de
um acordo firmado na Justiça do Trabalho de Parauapebas, envolvendo o pagamento
de mais de R$ 7 milhões em dívidas trabalhistas. Segundo os garimpeiros, o
acordo beneficiaria apenas 95 pessoas que trabalharam diretamente para a
empresa Colossus, sem incluir os cooperados da COOMIGASP.
De acordo com representantes do movimento, a
retomada das atividades estaria condicionada à execução do acordo trabalhista.
No entanto, após análise da situação, os garimpeiros afirmam ter identificado
um contrato assinado por uma ex-presidente da cooperativa sem aprovação da
categoria e, segundo eles, sem registros nos órgãos oficiais competentes.
Os manifestantes alegam que o documento seria
irregular e defendem que qualquer negociação envolvendo a mina deve passar pela
aprovação dos verdadeiros cooperados e garimpeiros ligados à história de Serra
Pelada.
A diretoria interina da COOMIGASP informou
ainda que já recorreu à instância superior da Justiça do Trabalho, buscando a
anulação tanto do acordo quanto do contrato firmado anteriormente. O grupo
afirma que teme prejuízos aos garimpeiros que consideram legítimos
proprietários dos direitos sobre a exploração mineral da área.
Com informações de Giovanna Noláscio,
Gazeta Cajajás

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