(Iniciativa prevê subsídio de R$ 1,20 por litro do combustível para suavizar impacto do conflito no Oriente Médio)
- 1. Acre (AC);
- 2. Alagoas (AL);
- 3. Amazonas (AM);
- 4. Bahia (BA);
- 5. Ceará (CE);
- 6. Distrito Federal
(DF);
- 7. Espírito Santo (ES);
- 8. Maranhão (MA);
- 9. Mato Grosso (MT);
- 10.
Mato Grosso do Sul (MS);
- 11.
Minas Gerais (MG);
- 12.
Paraíba (PB);
- 13.
Paraná (PR);
- 14.
Pernambuco (PE);
- 15.
Piauí (PI);
- 16.
Rio Grande do Norte (RN);
- 17.
Rio Grande do Sul (RS);
- 18.
Roraima (RR);
- 19.
Santa Catarina (SC);
- 20.
São Paulo (SP);
- 21.
Sergipe (SE); e
- 22.
Tocantins (TO).
Inicialmente,
o governo do DF havia rejeitado o convite, mas voltou atrás nesta quarta-feira
(1º). Amapá, Goiás, Pará e Rio de Janeiro esperam a publicação da medida
provisória para decidir se vão aderir à iniciativa. Já o governo de Rondônia
manifestou posição contrária em nota, na qual afirma que “é muito duvidoso que
esta ação se reflita na redução do preço do diesel na bomba.”
O
novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o texto detalhando a
política sai ainda esta semana. A intenção é implementar um auxílio de até R$
1,20 por litro de diesel durante dois meses para empresas importadoras. Metade
desse valor será paga pela União e os outros R$ 0,60 serão divididos
proporcionalmente pelos governos estaduais participantes, de acordo com o
volume do combustível consumido.
O
impacto nos cofres dos estados seria de cerca de R$ 1,5 bilhão. A compensação
será feita por meio da retenção de parte do Fundo
de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.
Estratégias
A
nova estratégia substitui a proposta inicial de zerar o Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados e se soma à isenção federal
do PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União.
Esses
movimentos surgem como providência do governo federal para conter a alta dos
preços dos combustíveis no mercado internacional, influenciada principalmente
pela guerra
no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é
importado. Assim, as medidas também buscam mitigar o impacto inflacionário,
conter a elevação do custo do frete, o risco de desabastecimento e trazer maior
estabilidade ao mercado no curto prazo.
Com
informações da Agencia do Radio
Nenhum comentário:
Postar um comentário
As opiniões expressas em materias, artigos e comentarios neste ambiente assim como em todo o portal são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente representam o posicionamento do Blog da Rádio Berrokan FM 104, 9.