(Caso em Marabá levanta dúvidas sobre qualidade de obra e uso de recursos públicos)
A
medida deve atingir tanto a ponte mais recente, com cerca de 16 anos, quanto a
mais antiga, com mais de 40 anos de existência. A reportagem do Brasil 61
tentou contato com o DNIT, mas, até o fechamento desta matéria, não obteve
resposta.
A
ponte mais nova apresenta problemas estruturais, enquanto a mais antiga sofre
com desgaste natural e opera há anos com sobrecarga superior à prevista no
projeto original. O órgão federal já interditou a estrutura mais recente. Com
isso, os condutores passaram a utilizar a ponte antiga nos dois sentidos,
concentrando todo o fluxo de veículos.
De
acordo com o Correio de Carajás, a intenção do DNIT é implodir inicialmente a
ponte mais recente. Somente após a construção de uma nova estrutura, a ponte
mais antiga também deverá ser implodida para dar lugar a outra ponte moderna.
As
pontes são essenciais para o tráfego na Rodovia Transamazônica, pois garantem
não apenas a ligação entre bairros de Marabá, mas também entre municípios e até
estados. Conforme o veículo de comunicação, o investimento previsto para cada
ponte é de aproximadamente R$ 120 milhões. No entanto, ainda não há previsão
orçamentária definida pela União para viabilizar as obras.
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