domingo, 25 de janeiro de 2026

MULHER SACA ARMA DE GUARDA, ATIRA E FERE DUAS PESSOAS EM UNIDADE DE SAÚDE EM BELÉM

(Suspeita e homem foram levados para atendimento por guardas municipais, mas mulher sacou arma e atirou, ferindo funcionária e guarda, segundo a prefeitura. PSM da 14 enfrenta série de problemas.)


(Foto: Arquivo/Agência Belém)

Uma trabalhadora da área da saúde e um guarda municipal foram baleados no Pronto Socorro Municipal Hospital Mário Pinotti (PSM da 14) neste sábado (24) em Belém. A suspeita de atirar teria sacado a arma de um dos guardas do local e disparado.

O caso será investigado pela Polícia Civil. Apesar do ocorrido, o atendimento na unidade de saúde segue normal, segundo a prefeitura de Belém.

"Um casal, sob efeito de entorpecentes, foi levado ao local por agentes da Guarda para atendimento médico. A mulher teria sacado a arma de um dos guardas e disparado aleatoriamente", informaram a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) e a Guarda Municipal em nota.

A funcionária e o guarda foram atendidos e o quadro de saúde deles é considerado estável, conforme a prefeitura.

O casal foi levado para a Delegacia do bairro São Brás. Sobre a mulher ter conseguido sacar a arma do guarda, a prefeitura informou que "abrirá um Inquérito para a apuração dos fatos".

O Hospital de Pronto-Socorro Mário Pinotti, conhecido como PSM da 14 é um dos mais procurados de Belém e, constantemente, é alvo de críticas da população por superlotação e demora no atendimento.

Além disso, a situação do hospital é acompanhada pela Justiça e pelo Ministério Público Federal (MPF) por uma série de problemas estruturais. Uma inspeção em dezembro de 2025 apontou que o local está com situação precária - relembre no vídeo abaixo.

Um relatório ainda de abril de 2025 apontava problemas como faltam medicamentos, de insumos e equipamentos e materiais danificados.

Depois a prefeitura disse que ia fechar o local para reforma, o que gerou preocupação de moradores, trabalhadores e órgãos fiscalizadores, principalmente porque seria no período da COP. Houve reuniões e o local seguiu funcionando. A Justiça cobrou medidas de melhorias da prefeitura e o MPF segue acompanhando a situação.

Com Informações do G1/Pará

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