
(Foto:
Daniel Guimarães / Ascom Seduc)
A
falta de material apropriado para estudar distancia os alunos de sua realidade
e do processo de aprendizagem. Para garantir a todos os estudantes da rede
pública de ensino condições de superar esse desafio, o governador Helder
Barbalho e o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares, anunciaram a
retomada da produção e distribuição do material didático pela Secretaria de
Estado de Educação (Seduc).
Nas
próximas semanas, a Secretaria publicará portaria instituindo um grupo de
trabalho (GT) com servidores da rede para elaboração de material didático
próprio, em regime de colaboração com os municípios.
Uma
das principais ferramentas de aprendizado em sala de aula é o livro didático,
por reunir informações necessárias à ampliação do conhecimento dos alunos. Seja
no ensino fundamental, médio ou superior, os livros sempre vão auxiliar os
estudantes. Também são essenciais no suporte aos professores, para o
desenvolvimento de atividades pedagógicas aprofundadas. É um recurso tão
essencial que, no Brasil, o 27 de fevereiro foi instituído como Dia Nacional do
Livro Didático.
No
Pará, o livro didático não é devidamente disponibilizado para os mais de 450
mil alunos da rede estadual de ensino desde 1989. O mais próximo de uma
retomada de material didático ocorreu entre 2013 e 2017, a partir do Projeto
Aprender Mais, que dispunha de materiais didáticos complementares apenas em
Língua Portuguesa e Matemática para estudantes do 4º, 5º, 8º e 9º anos do
ensino fundamental, e também do ensino médio. A construção do material, na
época, ocorreu com base no Sistema Paraense de Avaliação Educacional (Sispae).
Além
da disponibilização de material próprio para todas as etapas de ensino da rede
estadual pública, a Seduc já está finalizando os livros didáticos que compõem o
Programa “Alfabetiza Pará”, responsável por combater a defasagem de
alfabetização, em parceria com os 144 municípios do Estado. Com o programa, as
escolas municipais e estaduais receberão apoio para reforçar o desenvolvimento
educacional em busca de alfabetizar crianças do 1º e 2º ano do ensino
fundamental na idade certa.
Mudanças– O Programa Nacional
do Livro Didático (PNLD), integrando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação (FNDE), orienta o processo de produção, distribuição e avaliação de
livros e materiais didáticos ofertados para alunos da educação básica em todo o
Brasil.
Desde
2019, dispõe de mudanças realizadas por Rossieli Soares, quando foi secretário
Nacional da Educação Básica. Dentre elas, autonomia para os municípios e
estados na aquisição de materiais didáticos; oferta de livros literários
contemporâneos e populares e inclusão de livros de Educação Física. Esses
fatores são fundamentais para potencializar o desenvolvimento educacional.
Fonte:
Ascom/Seduc / Agência Pará
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