A Associação Brasileira de
Saúde Coletiva (Abrasco) divulgou nota neste domingo alertando sobre o impacto
da saída dos médicos cubanos. O grupo cita a presença dos profissionais em 2,8
mil municípios e destaca que em 611 municípios todos os médicos atuantes eram
cubanos.
De acordo com a entidade,
as dificuldades de lotação e fixação de médicos em áreas de difícil acesso ou
de alta vulnerabilidade social é um problema histórico e estrutural do sistema
de saúde brasileiro que começou a melhorar em 1994, com a implantação da
Estratégia Saúde da Família (ESF) e, especialmente em 2013, quando foi criado
Programa Mais Médicos para o Brasil (PMMB).
Ao elencar os avanços do
programa, a Abrasco ainda cita uma série de sugestões de medidas para que o
governo evite prejuízos à população como a imediata negociação com Cuba, a
abertura do processo de chamada pública de médicos para as vagas desocupadas
pelos cubanos e a implantação de proposta de carreira pública para os profissionais
de saúde que optarem pela dedicação ao SUS.
Agência Brasil/orm
Nenhum comentário:
Postar um comentário
As opiniões expressas em materias, artigos e comentarios neste ambiente assim como em todo o portal são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente representam o posicionamento do Blog da Rádio Berrokan FM 104, 9.