(Foto: John
Pacheco/G1)
O
Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) do Ministério do Trabalho, nesta
quinta-feira (8), resgatou 18 trabalhadores em situação de trabalho análogo ao
de escravo em atividade de extrativismo de açaí em várzea, na Ilha do Marajó,
no Pará. Dois dos resgatados eram adolescentes com 15 anos idade.
Segundo
Andreia Donin coordenadora da ação, auditora-fiscal do Trabalho, no local não
havia banheiros ou chuveiros e a água consumida era retirada de um rio, sem
qualquer tratamento. Ainda de acordo com Andreia, não havia fornecimento de
nenhum equipamento de proteção individual aos trabalhadores, que tinham de
subir em palmeiras com alturas que podiam chegar a 20 metros. Os trabalhadores
trabalhavam descalços ou com calçados improvisados. A auditoria-fiscal do
Trabalho lavrou 26 autos de infração pelas irregularidades constatadas.
G1/PA

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