Como consequência, as universidades federais afirmam que só conseguirão pagar as contas de 2021 se o ensino remoto for mantido. E, ainda assim, com sacrifícios, correndo risco de não ter dinheiro para manutenção de laboratórios, projetos com a comunidade, e para conseguir renovar contratos, como o de vigilância e o de limpeza. Os cortes são rotineiros ao longo dos últimos cinco anos, mas reitores afirmam que a situação jamais foi tão dramática. Um agravante é que apenas 40% do orçamento do ano está liberado - os outros 60% estão bloqueados e dependem de liberação no Congresso Nacional.
Na
UFPA, o orçamento de custeio para 2021 tem um corte de R$30,3 milhões.
A
previsão da associação é de que mais de 63 mil estudantes possam ser
prejudicados diretamente no Pará se as instituições federais não conseguirem
pagar suas contas.
ORM
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