O
fruto considerado o "ouro preto" da Amazônia está mais longe da mesa
dos paraenses e os motivos são vários. As condições têm levado muita gente a
não aceitar e tentar mudar práticas que levam a essa condição.
Para
isso, um grupo de batedores e vendedores de açaí protesta na manhã desta
segunda-feira (17), na Praça do Relógio em Belém, contra o aumento do preço que
pode estar sendo causado pela exportação desenfreada do produto.
Segundo
os vendedores e batedores, a situação é agravada pela ação dos atravessadores
que estão levando o açaí diretamente e isso causa o aumento no valor.
Em
entrevista a uma emissora de televisão, um dos representantes que está no ato
desta manhã diz que mesmo na entressafra, o açaí está sendo levado para vários
estados sem uma fiscalização adequada.
"Nosso
movimento é livre independente, hoje tem um aumento de 300%, o que faz aumentar
o preço que já chega a 20,00 o litro. Nós queremos saber onde está o nosso
açaí", disse Marivaldo Ferreira.
Segundo
relatou o autônomo, o açaí estaria sendo levado pelos atravessadores, mesmo na
entressafra, diretamente para estados como Maranhão e Amapá onde fábricas de
beneficiamento do produto foram instaladas.
DOL

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