Esses
profissionais que trabalham nas ruas, faça chuva ou faça sol, e que são
fundamentais para a limpeza da cidade, são frequentemente vítimas de
discriminação social. Além de trabalharem na coleta de lixo, eles também atuam
na varrição de ruas, limpeza de bueiros, podas de árvores, entre outras
tarefas. Esses profissionais que trabalham nas ruas, faça chuva ou faça sol, e
que são fundamentais para a limpeza da cidade, são frequentemente vítimas de
discriminação social. Além de trabalharem na coleta de lixo, eles também atuam
na varrição de ruas, limpeza de bueiros, podas de árvores, entre outras
tarefas. Contudo, apesar das dificuldades diárias, do trabalho pouco valorizado
e do grande esforço físico que a atividade requer, muitos deles têm orgulho da
profissão e, são sim, reconhecidos e admirados nas ruas de Marabá. A
pequena Danielly Melina, de apenas 6 anos, faz parte dessa minoria que valoriza
e defende a classe.
A
menina, que mora com a família na Folha 7, Núcleo Nova Marabá, explica que o
encanto pelos profissionais surgiu na escola, com apenas 3 anos de idade. Ela
afirma que depois de ouvir de coleguinhas que os coletores de lixo eram fedorentos,
ela passou ser amiga deles.
“Eu
achava errado, então comecei a gostar deles. Todo dia espero eles passarem aqui
em casa, dou lanche, água…”, conta a garotinha.
O
carinho, aliás, é recíproco. Danielly, todos os dias de manhã, se veste com o
uniforme de coletor de lixo que ganhou dos trabalhadores. Feito exclusivamente
sob medida para ela, essa foi mais uma forma de demonstrar e retribuir a
gratidão pelo carinho que a menina tem com eles.
Correio de Carajás
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